quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Meio que não passou tanto assim...

O mais difícil do presente são os traumas do passado.
Ontem me deparei com algo que escrevi há três anos, algo bem parecido com as coisas que escrevo hoje. Basicamente, eu dizia a mim mesma que estava seguindo em frente, porque aquela história havia acabado. Lembrei das coisas que aconteceram naquele ano depois que escrevi aquilo e ri de mim mesma por ser tão inocente de achar que aquilo tinha passado naquele dia.

Mas confesso que passou! Não naquele dia, mas passou. As histórias mudaram, as pessoas também. Há três anos, eu achei que acabou, revivi uma história que nunca deveria ter começado, me importei com um único 'feliz aniversário', desejei que todas as pessoas fossem felizes o suficiente para esquecer que eu existo, desisti, deixei tudo pra trás, recomecei com a melhor viagem da minha vida.

Infelizmente, não é todo mundo que escolheu ficar no passado que eu os deixei. Ai, de um buraco do além, surge um inesperado e nada querido 'quanto tempo' e, como ele, todas as memórias de um passado que eu fiz tanto esforço para esquecer; algumas lágrimas, algumas vontades de fugir...

É claro que não dói tanto quanto doía, o sentimento é até diferente, é uma dor de saber que essas memórias ainda existem, que essas pessoas ainda me atingem. Uma frustração de perceber que existem marcas que, talvez, nunca irão sumir.

Por favor, voltem para as cinzas que eu os coloquei. Aqui, na minha vida, não tem mais espaço para nenhuma dessas memórias de carne e osso. Continuem em frente, sempre...

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