domingo, 21 de janeiro de 2018

Não sei escrever sobre você.

"You'll be always on my mind..."
Era para ser só mais um romance clichê que renderia bons textos nas madrugadas de insônia. Mas, eu não consigo escrever pensando em você; e não há nada que me frustre mais.

Escrever é a minha forma de rezar. Assim que as coisas passam; assim que eu sigo em frente. Não conseguir expressar as histórias, me mantém presa nelas. E, talvez ou com toda certeza, é aqui que quero me manter: nessa história - que vou contar para aqueles que não são 'você'.

Como todos os clichês da minha nada tranquila vida amorosa, lembro exatamente como me arrancou um sorriso e um suspiro em uma noite de domingo. Lembro dos sorrisos matinais e das conversas sem fim, por dias inteiros. Lembro de achar que desmarcaria. Lembro, mas como se revivesse, quando te vi a primeira vez.

Ai, como é ruim ter boa memória... Me apaixonei pelo seu sorriso à distância - e pelo resto de você poucas horas depois. Era Corinthians campeão e a maior irresponsabilidade da minha vida. Perfeito!

Parafraseando Clarisse Falcão: "pode me perguntar de cada coisa que eu me lembro"; realmente, me lembro. Como nossos olhos brilhavam e nossos sorrisos eram intensos. Como a saudade apertava tão rápido. Como parecia que aquilo nunca ia ter fim...

É claro, chegou ao fim, por minha culpa, mais uma vez, porque não há nesse mundo um relacionamento que eu não consiga acabar. Mas você ainda faz todo sentido. E como me perturba a lembrança da sua perfeição. Como pode alguém tão inteiramente tudo que eu pedi pra Deus?

E cá estou, lutando comigo mesma para deixar você ir. É claro que já sabe que não tenho obtido muito sucesso e peço desculpas por isso. Eu sinto muito por sentir tanto! E sinto dizer que, talvez, eu não queira sentir por mais ninguém. 

Fica bem.

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